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SIADS: o que muda na rotina de quem opera

A migração para o SIADS não é troca de tela. Ela redefine quem lança, quando lança e o que precisa estar pronto antes de o bem entrar no sistema.

Gessé Ferreira Dias1 min de leitura

Quem já operou outro sistema de patrimônio costuma tratar o SIADS como uma interface nova para o mesmo trabalho. Não é. A integração com o SIAFI muda o momento em que o registro tem que existir.

O dado tem que nascer certo

No modelo antigo, dava para corrigir a classificação depois, na conciliação de fim de exercício. Com a integração, um lançamento errado repercute na contabilidade no mesmo dia, e a correção vira processo.

O que preparar antes de migrar

  • Saldo conciliado na data de corte, sem pendência antiga arrastada.

  • Tabela de classificação revisada e alinhada com o plano de contas.

  • Responsáveis por unidade definidos, com termo de responsabilidade assinado.

  • Bens sem localização resolvidos ou formalmente registrados como não localizados.

O erro caro

Migrar com pendência conhecida, achando que o sistema novo organiza. Ele não organiza: ele registra a bagunça com data e responsável, e agora ela está integrada à contabilidade.